Durante a assembleia, o advogado integrante da assessoria jurídica Wagner Advogados Associados, José Luis Wagner, fez um relato dos processos judiciais ajuizados pela Chapa 1, que estão em tramitação e questionam o processo eleitoral, destacando a conveniência da realização de um acordo entre todos os interessados, de forma a restabelecer a tranquilidade política e administrativa na entidade. Esclarecidos os presentes quanto ao assunto, houve uma reunião em separado dos representantes escolhidos no momento pelos integrantes das três chapas, a fim de que pudessem expor seus posicionamentos, e tentassem chegar a um acordo.
A Chapa 1 foi representada pelo filiado José de Assis Barros da Silva, a Chapa 2, por Carlos Roberto dos Santos e a Chapa 3, por João Torquato dos Santos. Das manifestações dos representantes, resultou o consenso quanto à necessidade de realização de novas eleições para a entidade, devendo os eleitos cumprir um mandato de três anos, tendo em vista que houve vícios na eleição passada (violação do art. 92 do estatuto da entidade, que determina a realização de novas eleições, em 15 dias, quando o número de votos de uma urna anulada for superior à diferença entre as duas chapas mais votadas).
Também houve acordo no sentido de que a atual Diretoria Colegiada deve permanecer dirigindo a entidade até a posse dos novos eleitos. Outra questão consensuada foi a de que a Comissão Eleitoral que dirigirá as novas eleições será composta paritariamente por membros indicados pelos integrantes das três chapas.
O acordo firmado entre as três chapas será levado aos processos judiciais em andamento, a fim de qua haja a extinção das ações, encerrando a controvérsia que se estende desde junho do ano passado.
A Assembleia ainda aprovou uma série de ações judiciais a serem ajuizadas pelo Sindicato (veja relação completa na página 4).